Se eu fosse…

Hoje comemora-se o Dia da Criança e decidi contar esta história porque este é um livro que convida grandes e pequenos a derrubar limites através da imaginação.

Esta é uma história que salienta que podemos sempre ser tudo aquilo que nós quisermos, sem medos e sem barreiras. Voar como uma borboleta, saltar como um canguru, espreitar os lugares mais secretos com uma girafa, ou olhar com um olho para cada lado como os lagartos, são apenas algumas das hipóteses deixadas pelo autor Richard Zimler.

Esta é uma obra que desafia em grande escala a imaginação de quem a ouve, ou lê.

Alguns adultos, quando crescem esquecem-se desta ferramenta mágica que é a imaginação, deixam morrer a sua criança interior e de acreditar na possibilidade de realizar sonhos.

Eu cresci mas não deixei de ser a Anita pequenita. Esta Anita vive nas histórias, nas mil ideias ao mesmo tempo, nos filmes de animação, nos sorrisos dos meus meninos e na aprendizagem constante com eles. E, claro está, nas muitas “macacadas” que não deixo de fazer por já ser “crescida”.

Uma vez li uma frase que nunca mais esqueci: “O Adulto Criativo é aquele que nunca parou de Imaginar!”

Não sei se sou criativa, sei que nunca deixei de sonhar e de imaginar!