Experiência: “Ovo Nu”

Estava aí a Páscoa e a Ana queria proporcionar uma bela @ventura…

Poderia ter sido uma caça aos ovos virtual, ou a partilha de uma receita de bolos da Páscoa. Mas teve uma ideia diferente… Deixar um ovo nu pareceu-lhe muito mais divertido!! E assim foi, deitou mãos à obra e partiu à descoberta, ou melhor à experiência. E tu queres deixar um ovo nu? Queres saber como se faz?

Vais precisar de 3 dias e material.

Material:

Dois frascos transparentes

Água

Vinagre

Dois ovos

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Tigela

Pratos

Dia 1: Para saberes o que fazer no primeiro dia da experiência basta veres o vídeo. Está tudo explicado passo a passo!

Dia 2 : Vê o vídeo do dia dois e segue todos os passos!

Dia 3: E chegou o último dia da Experiência: Ovo Nu. Vê o vídeo e segue as indicações!!

Finalizada a experiência descobrimos que é o vinagre que deixa o ovo nu e não a água. Ao mergulhar o ovo no vinagre, a casca dissolve-se. O vinagre contém ácido acético que separa os cristais de carbonato de cálcio sólido que formam a casca do ovo, em cálcio e o carbono. Os iões de cálcio flutuam de forma livre, enquanto o carbonato vai fazer o dióxido de carbono e forma aquelas bolhas que foi possível visualizar. No final da experiência, o ovo sem casca permaneceu integro, devido à existência de uma membrana que não reage com o vinagre.

Parece Magia, mas é Ciência!!

Uns minutos só para mim: uma aventura a meditar!

O que fazer quando já fizemos receitas com a mãe, treinámos com o pai e vice-versa?!

O que fazer quando, também, já ligámos aos avós, tios primos e amigos setecentas mil vezes em vídeo-chamadas?!

O que fazer depois de já termos lido um ou dois livros e de ter vistos todas as gravações de filmes e séries de desenhos animados que haviam na box?!

O que fazer depois de termos pintado mil desenhos e termos feito novamente novas receitas e treino e video-chamadas e essas coisas todas?!

O que fazer quando já estamos aborrecidos e os pais também já estão quase à beira de um ataque de nervos?!

Hum… esta poderá ser uma boa tentativa! Uma aventura na meditação. Esta foi pensada para os mais pequenos, mas a @n@ tem quase a certeza que funciona em maiores de 18 anos e até de 65!

O regresso da Ana e das aventuras!

E, depois de quase um ano sem partilhar aventuras, a Ana está de volta, cheia de novidades para contar!

Aconteceram muitas coisas, a Ana vivenciou tantas coisas diferentes que a fizerem crescer pessoal e profissionalmente.

Talvez seja melhor começar por contar que a Ana se aventurou com gente maior que os pequenotes de palmo e meio a que estava habituada e de quem tanto gosta.

Ser professora dos graúdos, a princípio, não foi nada fácil. A Ana foi atirada para fora de pé, para fora da zona de conforto. Tinha saudades de cantar, de contar histórias, de saltar nas poças e de andar à chuva. Tinha saudades de dançar, de mudar fraldas, de apanhar flores, de entrar dentro de caixotes de papelão que afinal eram castelos ou foguetões. Tinha saudades de tudo, tinha saudades de ser a Ana!

Nem os óculos a ajudavam a vislumbrar o bonito que era ser professora dos grandes!

A Ana queria ser “a professora” e esqueceu-se de ser a Ana!

Foram os meninos grandes da Ana que lhe mostraram que ela podia e devia ser a Ana e que não era menos professora por causa disso. Os meninos grandes emprestaram à Ana lupas, óculos e binóculos e, devagarinho, a Ana encantou-se com aqueles meninos grandes e percebeu que ser professora dos meninos grandes não era tão diferente de ser professora dos pequenos. Eles tinham-lhe roubado o coração e ela nem tinha dado conta!

A Ana teve, também, mãos muito amigas que nunca a deixaram desistir. Mãos que muitas vezes fizeram mais que as mãos da própria Ana. Mãos de quem já conhecia bem aqueles meninos grandes e sabia que aqueles meninos grandes são tesouros que nos dão muito mais a nós que nós a eles.

E, apesar das muitas saudades dos pequenitos, a Ana percebeu que continuou a ser o que sempre quis ser: Educadora de crianças felizes…independentemente do seu tamanho!