Se eu fosse…

Hoje comemora-se o Dia da Criança e decidi contar esta história porque este é um livro que convida grandes e pequenos a derrubar limites através da imaginação.

Esta é uma história que salienta que podemos sempre ser tudo aquilo que nós quisermos, sem medos e sem barreiras. Voar como uma borboleta, saltar como um canguru, espreitar os lugares mais secretos com uma girafa, ou olhar com um olho para cada lado como os lagartos, são apenas algumas das hipóteses deixadas pelo autor Richard Zimler.

Esta é uma obra que desafia em grande escala a imaginação de quem a ouve, ou lê.

Alguns adultos, quando crescem esquecem-se desta ferramenta mágica que é a imaginação, deixam morrer a sua criança interior e de acreditar na possibilidade de realizar sonhos.

Eu cresci mas não deixei de ser a Anita pequenita. Esta Anita vive nas histórias, nas mil ideias ao mesmo tempo, nos filmes de animação, nos sorrisos dos meus meninos e na aprendizagem constante com eles. E, claro está, nas muitas “macacadas” que não deixo de fazer por já ser “crescida”.

Uma vez li uma frase que nunca mais esqueci: “O Adulto Criativo é aquele que nunca parou de Imaginar!”

Não sei se sou criativa, sei que nunca deixei de sonhar e de imaginar!

Vamos Ouvir uma história? 2 e 9 de maio

Vamos Ouvir uma História?

E a Ana iniciou mais uma aventura!!! Desta vez, um Podcast em parceria com a Rádio Vagos FM.

Aos domingos, às 14h30, se sintonizarem 88.8 poderão ouvir histórias lidas pela Ana. Todos os domingos uma história diferente.

A juntar a esta boa notícia acrescenta-se o facto das histórias ficarem disponíveis no site da Vagos FM para se ouvirem vezes sem conta. Para isto, basta acederem ao site, clicarem no separador podcast e selecionarem o “Vamos Ouvir uma História”.

Esta aventura teve início no dia da Mãe com a história “Quando a mãe era pequena”. Um livro escrito pela Joana Cabral, ilustrado pela Margarida Teixeira, da editora Máquina de Voar.

Uma história em que se abordam as diferenças entre gerações. Uma temática que suscita sempre muito interesse nos mais pequenos e muito entusiasmo nos mais velhos. Uns porque querem saber como era antes e outros porque se sentem orgulhosos a mostrar como era no tempo deles. Contudo, a conclusão a que se chega é que por mais que se mudem os tempos, há coisas que nunca mudam, o amor incondicional de pais e filhos.

Ouçam também aqui:

A segunda história contada, faz as delícias dos mais pequenos e é, quase sempre, campeã de votações. Não se assustem com: “O Cuquedo e os Pequenos Aprendizes do Medo”

Esta história foi escrita pela Clara Cunha, ilustrada pelo Paulo Galindro e editada pela editora Livros Horizonte.

Um livro que brinca com sustos e medos, números e animais e outras tantos Cuquedos. Milhares de Cuquedos treinados para ASSUSTAR! BUUUUUH!

Ouçam já:

Quem contou estas histórias foi a Ana que está de volta para a semana. 🙂

A Avó sabe

No início deste mês a Ana foi desafiada pela Carmen Correia para integrar a iniciativa “Histórias com Amor Dentro”. O que a Carmen não sabia quando a desafiou, é que estava a abrir uma gavetinha da sua alma que guardava dentro um texto muito especial.

Este texto havia sido escrito em 2013 quando o coração da Ana estava pequenino cheio de saudades da avó… Mas escrito com a alma cheia pelo privilégio de ter tido a melhor avó do Mundo.

Assim que a Ana percebeu que esta iniciativa, para a qual tinha sido desafiada, era sobre o amor, sobre histórias com amor dentro, decidiu que não haveria nada melhor para partilhar do que este texto. Estava na altura de abrir esta gaveta e deixar sair de lá este amor tão grande que é o dos avós e netos.

Em menos de um mês a Maria deu vida a estas personagens e ilustrou aquilo que é a magia de uma infância plena de amor. Cada linha e esboço que a Maria mostrava à Ana era uma viagem àquela infância simples e cheia de aventuras, tão livre, descomplicada e feliz.

E então a Ana percebeu que esta era, também, uma história sobre o amor aos primos que são irmãos e às vizinhas que são amigas para a vida.

A Ana sabe que no universo nada se perde e tudo se transforma e que, por isso, a Avó mora em cada uma destas doces recordações.

A Avó só não sabia que um dia estas recordações se iam transformar numa história que conta e reconta o quão é maravilhoso o amor dos avós e netos e de uma infância feliz.